Estou mais que ansiosa....

Estou contando as horas para chegar logo à Paraty, nem acredito que finalmente o di a 29/12 chegou.
Tudo o que quero é chegar em casa e deixar a agua do chuveiro levar com ela toda a realidade, todo o Stress, todo Cansaço, tudo de ruim...
Quero sair do banho como uma menina que vai para  apraia com o namorado que tanto ama para viver uma aventuda inbesquecível.
Deixar ser guiada pela fase da Lua, que irá virar o ano deixando de ser Nova para ser crescente, assim como o Ano que se inicia e como a nova página da minha vida que quero escrever.
Nunca fui de fazer promessas para virar o ano, mas desta vez eu me prometo:
*Vou Me Fazer Mais Feliz,
*Vou Cuidar de Mim,
*Vou me Amar Mais e
*Vou SORRIR, por nada e por tudo!

Paraty é uma cidade cheia de história, de lugares lindos e com praias muito calmas e belas trilhas.

Encontrei algumas coisas sobre paraty, na internet, vale a pena ler:


Situada numa baía fechada e protegida do mar aberto por diversas ilhas, pontas e penínsulas, Paraty é uma deslumbrante cidade colonial, construída à beira-mar, que possui mais de 40 belas praias de águas tranqüilas.
Com um litoral de aproximadamente 180 km, oferece diversas opções de lazer, entre as quais se destacam os pontos de mergulho e os passeios de barco. Em meio a 55 ilhas e muitas lajes, é possível admirar uma rica fauna marinha, incluindo a maior variedade de golfinhos e baleias do Brasil.



Tombado como patrimônio nacional, o Centro Histórico de Paraty, considerado pela UNESCO o conjunto arquitetônico colonial mais harmonioso do país, apresenta detalhes extremamente interessantes. O rebaixamento do meio fio, permitindo a entrada e saída das águas do mar em dias de maré cheia, por exemplo, seria um recurso natural de limpeza.
Em razão disso, as construções foram erguidas trinta centímetros acima do nível das ruas, traçadas do nascente para o poente e do norte para o sul, com linhas propositalmente tortas, para evitar tanto “ventos encanados”, que à época se acreditava propagar doenças, quanto ataques de piratas, num tempo em que Paraty era o principal porto por onde escoava o ouro das Minas Gerais para a Europa.
A maçonaria deixou várias marcas, ainda visíveis, na arquitetura da cidade. Esquinas com três cunhais de pedra formando um triângulo, de grandes valores simbólicos, e sobrados decorados com desenhos geométricos da linguagem secreta dos maçons, podem ser apreciadas em alguns locais do Centro Histórico, projetado com 33 quarteirões, que é um número também emblemático. A circulação de automóveis pelo calçamento original, em pé-de-moleque, é vedada por lei e por grossas correntes de ferro.

Paraty -Trilha do Ouro em Parati
Construído por escravos sobre antigas trilhas indígenas, o Caminho do Ouro, estrada de 1200 km que ligava Paraty a Diamantina, em Minas Gerais, teve boa parte recuperada para visitação, em pleno Parque Nacional da Serra da Bocaina.
Estrategicamente localizado, durante muito tempo o Porto de Paraty escoou para o Rio de Janeiro todo o ouro oficialmente produzido na antiga Vila Rica, atual Ouro Preto, através da chamada Estrada Real.
Essa estrada, aberta sobre uma série de ancestrais trilhas indígenas, que foram sendo alargadas e calçadas pelos escravos para permitir o transporte da produção em carretões de tração animal, saía das Minas Gerais, atravessava a Serra do Mar e desembocava no litoral.
Em Paraty, uma Casa de Registro, da qual ainda existem ruínas, controlava o fluxo e cobrava os impostos. Graças ao ouro, a vila cresceu, ganhou planta regular, ruas planejadas, algumas calçadas, e aproximadamente 400 casas, entre sobrados de arquitetura maçônica, onde vivia uma elite requintada. Quando a Coroa portuguesa decidiu construir o Caminho Novo, uma via de escoamento mais segura, rápida e eficiente, ligando o Rio de Janeiro diretamente à capital das Minas, a próspera economia de Paraty entrou em decadência.
Concluído em 1707, o novo trajeto substituiu a antiga estrada do ouro, de Vila Rica ao Porto de Paraty, e o Caminho Velho virou rota proibida, considerada como "descaminho", com sua utilização rigorosamente punida.
Fora algum eventual contrabando, o ouro jamais voltou a circular por ali. Paraty tornou-se, então, um grande centro produtor de açúcar e seu nome passou a ser sinônimo de outro produto da cana: a cachaça ou parati.
Durante o Ciclo do Café, parte do Caminho Velho, conhecida como Trilha do Ouro, voltou a ser utilizada para escoar o produto do Vale do Paraíba em grandes tropas de mulas.
Esse trecho da Estrada Real, com seu antigo calçamento de pedra, encontra-se bem conservado, em meio a várias cachoeiras e magníficas paisagens, no Parque Nacional da Serra da Bocaina. Quem visita Paraty, não deve deixar de fazer uma caminhada de 2 km pelo Caminho do Ouro, e percorrer a História do Brasil através deste cenário deslumbrante.
Para agendar uma visita devem-se seguir as instruções do Site do Centro de Informações Turísticas Caminho do Ouro (http://www.paraty.com.br/caminhodoouro/passeio.htm), ligar: Tel.: 24 3371 1783 ou por e-mail: agtparaty@hotmail.com

A TRILHA
• 1 Acesso a Trilha é no Km 9,5 da RJ 165, por uma estradinha de chão, junto a Casa do Sr. Oliveira e uma igrejinha protestante.
• 2 Marco divisório de Sesmaria em uma pedra um pouco acima do sítio do Sr. Oliveira, dentro de um pasto do lado direito.
• 3 A vista de toda a baía de Paraty e Ilha Grande
• 4 Toca do Cabrito
• 5 Calçamento do Caminho
• 6 Fonte do Pinga Pinga, com sua bancada de pedras em cantaria
• 7 Sítio histórico cultural "Caminho do Ouro" de propriedade do Sr. Marcos Ribas. Obs. Acesso a cachoeira é pago.
• 8 Campos das Nações, local onde se encontram as ruínas da Casa do Registro (Casa do Quinto) o último pouso antes de chegar a Paraty e o primeiro para quem subia para o interior. Esta Casa chegou a funcionar como Casa de Fundição da Coroa Portuguesa em 1703.
• 9 Lagoa Seca que fica no alto serra, junto a encruzilhada, que da acesso a um desvio (esquerda) que vai sair na Ponte de Pedra. No sítio do Sr. Júlio Paraty, junto a RJ 165.
• 10 Esconderijo do Bandido dente de ouro, que atacava as tropas vindas do Vale do Paraíba e Minas.
• 11 Vegetação da Mata Atlântica.

Trindade
Trindade é uma vila de pescadores que possui uma das praias mais bonitas de Paraty, conhecida como Cachadaço, onde há uma piscina natural cheia de peixinhos coloridos, guardada por enormes pedras vulcânicas. Controlada pela APA do Cairuçú, além de algumas cachoeiras, a vila tem também em seus domínios, entre outras, a belíssima Praia do Cepilho, com areia branquinha e ondas boas para o surfe.
Um pouco antes de Trindade, surge a espetacular Praia do Sono, de areias finas e águas esverdeadas, onde deságua o Córrego do Sono. Água doce, por sinal, é o que não falta em Paraty, com muitas cachoeiras, piscinas naturais e uma exuberante Mata Atlântica.

O caminho velho da serra, estrada imperial
Conhecido como caminho dos Guaianases, partia do Rio de Janeiro e, por via marítima atingia Paraty. De lá subia a serra até a Vila do Facão (atual Cunha, fundada em 1723) atingia Guaratinguetá ou por uma variante, Taubaté, onde encontrava o caminho dos Bandeirantes.
O devassamento das terras de Paraty, foi motivado pela necessidade da abertura do caminho, que ligassem as regiões de S. Paulo e, principalmente, as das "Minas Gerais" com o Rio de Janeiro. Do começo do século XVI aos princípios do século XVII, quando a serra do Mar era tida como obstáculo intransponível, Paraty desfrutou a regalia de ser considerado ponto obrigatório de passagem e estacionamento dos viajadores que buscavam o interior de São Paulo Minas.
Ainda em 1596, Martim Corrêa de Sá, filho do governador Salvador de Sá, aproveitou o melhor caminho, conhecido roteiro misto (maritímo-terrestre) via Paraty, para alcançar as Minas Novas ou "Minas Gerais".
Pelo caminho dos Guaianases passava todo o ouro das Gerais que demandava ao Rio, fato que determinara a instalação da Casa de Quinto de Taubaté em 1701 e, por Carta Régia de 1703, uma Casa de Registro na Serra de Paraty para a fiscalização do ouro e cobrança dos direitos reais sobre as mercadorias, conhecido como Registro da Cachoeira, sendo fechada todas as outras com exceção de uma em Santos e outra no Rio de Janeiro.
Em 1710, após a instalação do Registro de ouro em Paraíba, no Caminho Novo, estabeleceu-se a proibição de tráfego no Caminho de Paraty. Foi o primeiro período de decadência de Paraty e de todo o Vale do Paraíba. Em julho daquele ano, um grupo de comerciantes enviou a seu governador do Rio de Janeiro, um requerimento no qual apontavam as condições do Caminho de Garcia Paes (Caminho Novo) e solicitavam a utilização do Caminho "Velho" de Paraty.
O trecho do Caminho Velho compreendido dentro do município de Paraty é um dos poucos que ainda resta preservado.
Trecho: inicia-se na localidade do Penha, junto a Igrejinha passa pelo sítio de Estiva Preta (Fecha Nunca) daí atravessando a RJ 165 (Paraty x Cunha) indo até a divisa Rio x São Paulo.
É bom observar que o caminho em sua maior parte encontra-se abandonado com exceção do trecho compreendido dentro da propriedade do Sr. Marcos Ribas, que está fazendo uma obra de resgate e um, outro trecho depois da Estiva Preta pertencente ao Sr. Luís que também iniciou recentemente obras de recuperação do antigo leito.
Por terem constituído, durante longo tempo, as únicas vias autorizadas de acesso à região das reservas auríferas e diamantíferas da capitania das Minas Gerais, os caminhos reais adquiriram, já a partir da sua abertura, natureza oficial. A circulação de pessoas, mercadorias, ouro e diamante era obrigatoriamente feita por eles, constituindo crime de lesa-majestade a abertura de novos caminhos.
O interesse fiscal, base da política metropolitana para a região mineradora da colônia, prevalecia sobre qualquer outro: cumpria, antes de tudo, ter as rotas de comunicação com as minas devidamente controladas e fiscalizadas, para que nelas se pudesse extrair uma massa cada vez maior de tributos para o tesouro real.
O nome Estrada Real passou a aludir, assim, àquelas vias que, pela sua antiguidade, importância e natureza oficial, eram propriedade da Coroa metropolitana. Durante todo o século XVIII, e também em parte do XIX, quando a era mineradora já se fora e os caminhos se tornaram livres e empobrecidos, as estradas reais foram os troncos viários principais do centro-sul do território colonial.
Ao longo dos caminhos reais espalharam-se os antigos registros, postos fiscais de controle, alguns dos quais ainda podem ser apreciados na atualidade. Eram de diversos tipos: registros do ouro, que fiscalizavam o transporte do metal e cobravam o quinto; registros de entradas, que cobravam pelo tráfego de pessoas, mercadorias e animais; registros da Demarcação Diamantina, responsáveis pelo severo policiamento do contrabando e pela cobrança dos direitos de entrada na zona diamantífera; e contagens, que tributavam o trânsito de animais.
Os prédios dos registros eram instalados em locais estratégicos dos caminhos: passagens entre serras, desfiladeiros, margens de cursos de água. No seu interior se colocava o pessoal empregado: um administrador, um contador, um fiel e dois ou quatro soldados. Um portão com cadeado fechava a estrada.
As estradas reais foram, ainda, os eixos principais do intenso processo de urbanização do centro-sul brasileiro. Ao longo do seu leito ou nas suas margens se distribuíram as centenas de arraiais, povoados e vilas em que se organizou a massa populacional envolvida com a economia da mineração e com as economias a ela associadas. O povoado à beira do caminho, com o cruzeiro, a capela, o pelourinho, o rancho de tropas, a venda, a oficina e as casas de pau-a-pique simbolizou, durante longo tempo, o processo de nucleação urbana do centro-sul da colônia.
Povoados e vilas típicos foram visitados e descritos pelos viajantes europeus do século XIX, que nos deixaram páginas e páginas de notas de viagem sobre as paisagens e os núcleos urbanos que encontraram nas suas jornadas pelos caminhos coloniais brasileiros.
No auge da mineração, esses caminhos se viram percorridos por imigrantes paulistas, baianos, pernambucanos e europeus; por tropeiros do sul e de São Paulo; por boiadeiros do rio São Francisco e do rio das Velhas; por sertanistas da Bahia e das vilas paulistas; por escravos negros e índios; por mascates, administradores reais, homens do fisco, soldados mercenários e milícias oficiais.
A expansão originária dos primeiros grandes caminhos do centro-sul do território colonial conformou um dos mais significativos movimentos de apropriação do interior brasileiro e de sua integração com a faixa litorânea. Ampliando a base territorial da América portuguesa, as vias hoje reunidas sob o nome de Estrada Real foram, assim, fundamentais na história do povoamento e da colonização de vastas regiões do território brasileiro, tornando-se verdadeiros eixos históricos-culturais de construção de parte da nossa história.

Historiografia
Dentro de uma visão historiográfica tradicional em História do Brasil, o conceito de Estrada Real pressupõe:
* natureza oficial;
* exclusividade de utilização;
* vínculo com a mineração.
Nesta perspectiva, a designação "Estrada Real" reflete o fato de que era esse o caminho oficial, único autorizado para a circulação de pessoas e mercadorias. A abertura ou utilização de outras vias constituía crime de lesa-majestade, encontrando-se aí a origem da expressão descaminho com o significado de contrabando.

Por outro lado, uma moderna visão admite:
* natureza tradicional e uma referência de bons caminhos;
* utilização geral, universal, pública;
* vínculo com outras atividades, como o comércio e a pecuária;
* existências anteriores e/ou posteriores à mineração;
* desvinculados das zonas mineradoras.
Em defesa desta última, considere-se que as Ordenações do Reino, também observadas na Colônia, estabeleciam como direitos reais ou regalias, entre outros, as vias públicas, os rios e os vieiros, e as minas de ouro e prata ou qualquer outro metal.
Entre os séculos XVII e XIX um conjunto de vias terrestres – muitas delas simples reapropriações de antigas trilhas indígenas (peabirus) – aproximou diferentes regiões do território brasileiro.
Na segunda metade do século XVII, diante da crise econômica da agromanufatura açucareira suscitada na Colônia a partir da expulsão dos Holandeses (1654), tornou-se imperioso identificar novas fontes de recursos. Desse modo, uma nova leva de expedições partiu da vila de São Paulo em direção ao interior. Essas expedições ficaram conhecidas como bandeiras e os seus empreendedores como bandeirantes. Os paulistas, mestiços de Portugueses com indígenas, tinham o conhecimento, não apenas dos milenares caminhos dos nativos (peabirus), como também das suas técnicas de sobrevivência nos sertões.
Algumas dessas bandeiras, percorrendo a chamada trilha dos Guaianases, a partir do vale do rio Paraíba do Sul, através da passagem da Garganta do Embaú, na Serra da Mantiqueira, dirigiram-se para o sertão posteriormente denominado de Minas Gerais. Com a descoberta de ouro de aluvião, ao final desse século, intensificou-se o trânsito de pessoas, animais e gêneros entre o litoral e a região, definindo-se diversas vias, as principais das quais são referidas por Antonil (Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas. Lisboa, 1711).
Posteriormente, com a descoberta de diamantes no Serro, entre 1725 e 1735, um novo troço foi aberto, o chamado Caminho dos Diamantes, aos quais se uniriam a picada de Goiás e a do Mato Grosso, quando da descoberta de minerais nestas últimas regiões.

Os caminhos do Rio de Janeiro
Os caminhos do Rio de Janeiro, integravam a popularmente conhecida Estrada Real. As suas principais variantes foram:
* o chamado Caminho Velho, de Paraty a Vila Rica (atual Ouro Preto), que, a partir da descoberta de ouro na região das Minas Gerais em fins do século XVII, transformou-se no caminho oficial para o ingresso de escravos na região, assim como para o escoamento do ouro das minas, transportado de Paraty para o Rio de Janeiro, de onde seguia para Portugal. Esta via estendia-se por mais de 1.200 quilômetros, percorridos em cerca de 95 dias de viagem.
* o chamado Caminho Novo, aberto por Garcia Rodrigues Pais em 1707, como alternativa ao Caminho Velho. Iniciava-se no fundo da baía de Guanabara, subia o curso do rio Iguassú até o porto de Pilar (hoje Tinguá) e atravessava a serra da vila de Xerém em direção à Paraíba do Sul. Encontrava o Caminho Velho em Ouro Branco, distrito de Vila Rica, atual Ouro Preto.
* o chamado Caminho do Proença, uma variante do Caminho Novo.
* a chamada Estrada Geral, conectando com a Estrada Real (hoje na altura de Belford Roxo). Esta variante unia as Freguesias (distritos) de Santo Antônio de Jacutinga e Nossa Senhora Conceição de Mariapicú. Hoje ele se divide em duas vias distintas: a Estrada Plínio Casado e a Estrada Abílio Augusto de Távora (antiga Estrada do Madureira).
Controle e Fiscalização
Devido ao crescente volume de riqueza explorado na região das Gerais, a Coroa portuguesa procurou garantir o seu controle e fiscalização de maneira severa, instalando postos de inspeção (Registros) para arrecadar os diversos tributos sobre minerais (notadamente ouro e diamantes), mercadorias, escravos e animais (cavalos, muares, bovinos) em trânsito, instituindo mais tarde as chamadas Casas de Fundição e mantendo na região dois destacamentos de cavalaria, os chamados Dragões das Minas, além de um terceiro, no Rio de Janeiro.
A partir da abertura do Caminho Novo, tornado via oficial, foram aí concentrados os Registros, proibindo-se a utilização das demais vias, consideradas como "descaminhos" e rigorosamente punidos como tal.
A partir da segunda metade do século XVIII registrou-se o declínio da produção mineral no distrito das Minas, o que, durante o consulado pombalino, levou a uma intensificação da política fiscal e a uma insatisfação que conduziu à Inconfidência Mineira. Com a proclamação da Independência do Brasil, no início do século XIX, esses caminhos tornam-se livres, vindo a constituir, com a riqueza proporcionada pela lavoura do café, os principais eixos de urbanização da região Sudeste.
Texto extraído do Portal www.estradareal.org.br.

Cachoeiras
* dra Branca - Trata-se de uma das mais belas cachoeiras de Paraty. Na Estrada Paraty-Cunha, após a Ponte Branca, segue-se à direita, até o final. Alí há uma trilha em descida que nos leva até este paraíso. Junto à cachoeira, encontram-se as ruínas da primeira usina de força da cidade.

* Do tobogã - Esta cachoeira, também conhecida como Cachoeira da Penha, está localizada na estrada Paraty-Cunha. Próximo à Igreja da Penha, sai uma trilha que nos leva até o escorrega. No fim deste tobogã, forma-se uma grande piscina.

E outro link muito show sobre Trilhas em Paraty:
http://www.mochileiros.com/travessias-do-pn-da-serra-da-bocaina-trilha-do-ouro-e-ponta-da-joatinga-juntas-t1388.html

Bom trilha não sei se vou fazer pois em alguns dias o tempo estará chovendo, mas assim que eu voltar coloco as atualizações.

bjuuuuuu

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